A editora Pulp já nos presenteou uma vez com a publicação do livro Minha Nova York, da Didi Wagner, sobre o qual já postamos aqui, e agora nos presenteia novamente com esta edição de Paris Para Amar Paris, de Vicente Frare. O livro segue um padrão parecido com do primo novaiorquino (em até o mesmo tamanho), e ilustra muito bem as coisas legais que se pode fazer em Paris. Ele começa explicando como funciona a divisão de bairros da cidade, que tem um outro nome esquisito e é designado por números, depois mostra os principais pontos turísticos, e em seguida começa a parte boa, as dicas de um morador da cidade luz.
Eu, que não sou bobo(apesar de parecer), aproveitei um voo que tinha com destino ao velho mundo, para testar o livro e seguir algumas dicas. Infelizmente o tempo era curto e não consegui fazer nem metade do que me foi indicado. Mas como já havíamos visitado Paris em outras oportunidades consegui reunir informações e fotos suficientes pra mostrar algumas coisas de lá. Na verdade eu vou falar sobre 3 bairros, ou arrodissements como dizem por lá, que estão ali do lado do roteiro principal de atrações parisienses. Mas antes disso, não da pra deixar um post sem imagens do que há de mais famoso por lá.
Avenida Champs Elysées
Arco do Triunfo
Curtindo um momento romântico com a minha amada
Ópera Garnier
Louvre
Agora sim, aos bairros! A começar por Montmartre, que dos 3 a serem citados é o bairro um pouquinho mais afastado das atrações principais, o bairro da boemia parisiense. Mas não se engane, vale muito a pena conhecer. É lá que fica o Moulin Rouge, aquele cabaré famoso que inspirou o filme homônimo com a Nicole Kidman, dizem as boas línguas que as apresentações lá dentro são muito legais (nós nunca fomos ;/). Neste bairro também fica um dos melhores pontos da cidade para se admirar Paris pelo alto, é o monte onde se encontra a igreja de Sacré Coeur (a secrecré, pra quem, como eu, não fala francês). No verão é muito legal, um monte de gente se senta nas escadarias em frente a igreja pra admirar a vista lá de cima, e enquanto isso uns artistas de rua fazem um showzinho particular pra quem está ali sentado. Tem que ir!
A igreja e o pessoal curtindo a atmofera do local
Francine (de cabelos compridos) e a Japa no Moulin Rouge
O segundo é Saint-Germain de Prés, na verdade é o arrodissement 6, mas a antiga igreja que tem por lá é o ponto de referencia que todo mundo usa pra designar a área. Lá é a parte mais parisiense de Paris, na minha humilde opinião, já ouvi falar de outros lugares onde se encontram os típicos locais, mas como não ainda não fui nesses lugares, eu persisto com essa visão. Mas voltando ao assunto, ali se encontram um monte de lojas de granfinos, que tem também na Champs-Elysées, mas sem a turistada aglomerada, e além disso um monte de outras lojinhas diferentes, com coisas que parecem mais autênticas mesmo. Os cafés e restaurantes por lá também tem uma cara ótima, foi lá que eu jantei nessa última vez, um restaurante bacana e simples, que só serve um prato, entrecôte ou entrecorte com batatas fritas e um molho muito doido e muito bom (falando a real é um filé com fritas mesmo), e tu só precisas saber qual o ponto da carne que tu preferes, e a bebida que vais querer. O nome do lugar é Le Relais de l'Entrecôte, e a dica eu devo ao livrinho companheiro de viagens!
A igreja que da nome à região
As ruas do bairro são muito bacanas
O restaurante indicado
E o seu famoso prato único
E por último vou falar do arrodissement 5, que é onde ficam várias coisas legais pra serem vistas e vividas em Paris. Digo vividas, porque é lá que fica o Jardim de Luxemburgo, onde se pode aproveitar um belo dia de primavera e relaxar na graminha ou sentar a beira do lago que ali se encontram. E tudo com uma atmosfera muito maneira a sua volta. Digo isso porque ali perto fica a tradicionalíssima universidade de Sorbonne. E é tudo isso aí mesmo, a Sorbonne data do século 13 e foi umas das primeiras universidades do mundo.
Andando mais um pouco pela região, é facilmente encontrado o Panthéon de Paris, uma construção muito bonita e que se encontram tumbas de grandes personalidades da história da França, entre eles, os iluministas Voltaire e Rousseau, o arquiteto(do prórprio Panthéon) Soufflot, o casal de físicos Pierre e Marie Curie (ela apenas a segunda mulher a ter a honra de ser ali enterrada), e os escritores Alexandre Dumas (Os Três Mosqueteiros) e Victor Hugo (O Corcunda de Notre-Dame), isso pra citar alguns, porque ao todo são 67 tumbas.
E falando em Notre-Dame, ali pertinho, na île de la Cité, fica a famosa catedral gótica que deu origem ao livro. Ela é rodeada pelas águas do rio Sena, aquele que corta a cidade toda, tem que ver também!












hahahha a gente é muito phina!
ResponderExcluirSaudades de Paris! Eu quero passear muito agora no verão, coisa boa! Amei o post ursinho, beijinhos!
ResponderExcluirBem legal!
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